domingo, 2 de setembro de 2012

Projeto de Pesquisa e o Wiki

    O inicio da III unidade da disciplina Métodos e técnicas de pesquisa foi marcado pelo inicio do projeto de pesquisa: Projeto dificuldades de aprendizagem das meninas em matemática. Esse projeto foi um tanto quanto inovador, pois é um projeto coletivo no qual todas as pessoas da sala devem participar, sendo que cada um tem sua função.

    O professor nos mostrou através de um enorme mapa conceitual as fases do projeto de pesquisa.

    Em uma outra aula, foi dividido o que cada um ficaria responsável no projeto de pesquisa e foi criado o wiki, uma espécie de "documento" compartilhado. No wiki, nós postaríamos as fichas que fizemos sobre os textos do projeto de pesquisa. O wiki serve para termos acesso à todos os textos sem precisarmos lê de fato. Apenas as fichas produzidas por nós mesmo. Assim, facilita o acesso à todo o conteúdo.
A seguir, o link do wiki das nossas fichas: https://docs.google.com/document/d/1BfHCPIHf9nydRqgnK6O0vuN5Lxzo9ZdWQ1NvNLPuVmo/edit?pli=1 

Levantamento Bibliográfico

   O professor Éric solicitou para que em grupo fizéssemos um levantamento bibliográfico à respeito do tema: Projeto dificuldades de aprendizagem das meninas em matemática.


A seguir está o levantamento feito pelo meu grupo.



    Além de útil para o projeto de pesquisa, esse levantamento serviu para aprendermos como citas as referências bibliográficas.  

As dificuldades de aprendizagem das meninas em Matemática.


   Em uma aula das MTP começamos a conversar sobre a dificuldade das meninas na aprendizagem de conteúdos matemáticos no ensino fundamental II. Tema este, que futuramente veio a ser o tema do nosso projeto de pesquisa.

   Nós alunos começamos a dar opiniões a respeito do tema, inclusive um de nossos colegas veteranos, que já tem experiência em sala de aula, comentou que às vezes as meninas tem dificuldades por uma série de fatores, como o não aprendizado das operações básicas, a falta de gosto pela matemática da professora do fundamental I, entre outros.

  Foram apresentados alguns dados estatísticos que revelam realmente e inferioridade feminina em relação à matemática. E chegamos a conclusão de que realmente isso acontece, pois ao fim do ensino médio, as garotas optam por graduação nas áreas de humanas, saúde, etc, áreas essas em que a matemática atua pouco e às vezes nem atua.

   Em minha opinião, o que leva as pessoas dizerem que odeiam matemática são por dois fatores, um já citado, que é a participação dos professores do fundamental I e quando não aprendem algum conteúdo. A matemática é uma linguagem acumulativa, um conteúdo serve de base à outro, se não for entendido em algum momento, a partir deste, a pessoa terá dificuldade nos próximos conteúdos, até chegar ao ápice, onde  a pessoa desiste de tentar entender e declara: "Eu odeio matemática!".
  
   Para sanar tal "ódio" é necessário que um psicopedagogo auxilie e explique tudo novamente para que a pessoa entenda.

Mapas Conceituais

   Segundo um site da UFRGS que segue o link abaixo, mapas conceituais são: 
" ... representações gráficas semelhantes a diagramas, que indicam relações entre conceitos ligados por palavras. Representam uma estrutura que vai desde os conceitos mais abrangentes até os menos inclusivos. São utilizados para auxiliar a ordenação e a sequenciação hierarquizada dos conteúdos de ensino, de forma a oferecer estímulos adequados ao aluno ..."


   Em sala , discutimos sobre as características dos mapas conceituais. O professor Éric nos apresentou o seguinte vídeo de como usar o programa Cmap Tools, para criarmos nossos mapas conceituais.


    As características dos mapas são: nas caixas são usados substantivos ou locuções substantivas, para relacionar as caixas, usa-se setas,  e para melhorar a interpretação nas setas entre as caixas há  verbos, que são os elementos conectivos, e dão sentido ao mapa.

    Os mapas conceituais são muito importantes. Principalmente num meio acadêmico onde há muitas leituras. Transformar os textos em mapas facilitam a releitura dos mesmos, pois com os mapas não precisamos voltar aos textos originais, eles servem como um resumo e fazem-nos relembrar os conteúdos já lidos e estudados.

   A seguir veja alguns exemplos de mapas conceituais:



domingo, 15 de julho de 2012

Aula na biblioteca


   No primeiro dia da visita à Biblioteca da nossa Instituição de Ensino, o professor Éric Maheu solicitou que a turma fosse dividida em dois grupos, que desempenhariam funções diferentes neste dia. Fiquei no grupo que fora encaminhado para a sala dos periódicos. Ao chegarmos, fomos apresentados  aos trabalhos acadêmicos de estudantes da UESB. Visitamos os periódicos e o professor nos mostrou que mais nos interessaria. Os periódicos da área de educação, pois somos estudantes de licenciatura, e os da área de matemática. O professor solicitou que cada aluno pegasse um exemplar daqueles, para lermos e fazermos uma análise. A seguir, a análise do periódico que escolhi.

Revista: Ensaio: Avaliação em políticas públicas em educação.
Volume: 10                  Número:  35                    Páginas: 137 à 284
Abril e Junho de 2002

Artigo: As ciências no Ensino Médio e os parâmetros curriculares nacionais: da proposta à prática.

Autor: Elio Carlos Ricardo - mestre em educação pela UFSC.

Resumo: O artigo fala das dificuldades apresentadas pelos professores de diversas áreas do conhecimento em se adaptar aos PCN's. Esses últimos, foram impostos pelo governo de forma controvérsia, pois não levou em conta os contextos que os professores vivem em sala de aula. 

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Citações e "Um conto sobre o plágio".

   Essa aula teve como tema o processo correto para se fazer citação. Em sala discutimos essa questão, e quanto ao plágio. A citações se subdividem em três tipos: citação direta, citação indireta e citação e citação de citação. A Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) estabelece algumas regras para citações em meio acadêmico-científico. Para cada tipo de citação devemos seguir passos diferentes. Abaixo, estão uma parte dessas regras:

    1. Citação direta: É a transcrição ou a cópia, no corpo do seu trabalho, de um texto, um parágrafo, uma frase ou uma expressão, usando exatamente as mesmas palavras usadas pelo autor da obra pesquisada.

    2. Citação indireta: É a transcrição livre do texto, isto é, usamos nossas próprias palavras para expor a ideia do autor. Podemos, ainda, se o trecho for muito longo, interpretar a ideia do autor e fazermos uma síntese.


    3. Citação de citação: É a citação direta ou indireta de um trecho de uma obra (do qual não se teve acesso direto), por meio de uma segunda fonte. É a chamada citação de segunda mão. Isso ocorre, quando o acesso a determinados livros, principalmente os antigos, se torna difícil; ou, então, no caso de obras publicadas em idioma fora do domínio do autor da pesquisa.


Fonte: http://www.recantodasletras.com.br/teorialiteraria/638805

    O professor Eric Maheu nos mostrou um vídeo sobre o plágio. Mas antes disso comentou o que viria ser o plágio e sobre o motivos que levam ao plágio. Plagiar é quando uma pessoa se apropria de uma criação que não fora produzida por ela. Assim o famoso Ctrl + c e Ctrl + v sem citar é plágio. Vale salientar que plágio é crime. 

   A atual fase do capitalismo, a globalização, veio aliada a um recurso comunicativo denominado internet. Tal recurso tem uma importância de tamanho incalculável, pois como o sociólogo Zygmunt Bauman afirma, a internet trouxe a liquidez capitalista até para os relacionamentos, encurtando grandes distâncias e alongando pequenas. Porém, esse meio de comunicação tem suas desvantagens, pois o mau uso das informações nele contido, pode ser prejudicial. Grande parte das pessoas acha que tudo se pode copiar e colar, justamente por causa do comodismo. Entretanto, para que isso não seja errado, deve-se citar as referências da pesquisa.



O vídeo apresentado encontra-se acessível acima.
   
* Dica: Se copiar e colar, você deve citar !

terça-feira, 3 de julho de 2012

Credibilidade de textos informativos

   Em grupo, chegamos a conclusão de que o texto informativo analisado tem algumas características importantes. Uma primeira característica é que a autora expôs seu ponto de vista de maneira simples e eficaz, de forma que aproxima o leitor do conteúdo apresentado. Uma segunda característica é que a autora, não revela os meios pelo qual ela obteve as informações. Assim, o texto não é transparente e perde credibilidade. Mariana Araguaia, a autora, é graduada em Ciências biológicas, e por não citar referências, ela não permite que seus leitores verifiquem a veracidade das informações. 
   O texto aqui analisado foi publicado no site chamado Brasil escola. Site esse, que é recomendado para pesquisas estudantis de nível fundamental e médio. Portanto, podemos afirmar que, mesmo com a perca de credibilidade por não revelar as fontes do seu conhecimento, o texto traz informações verdadeiras e por isso, concordamos com o que é apresentado. Entretanto, a autora peca mais uma vez, pois cita dados estatísticos, sem nenhuma comprovação, ou seja, não divulga os órgãos ou pesquisa que obtiveram tais dados.

Grupo: Érica Souza, Marcelo Souza, Kleiton Jairon Freitas, Hadriel José dos Santos, Raíza Gonçalves, Ícaro Tavares e Vitor Noqueira.