quarta-feira, 30 de maio de 2012

Análise do texto científico

   Em grupo, chegamos a conclusão de que o texto "Metacognição: Um Apoio ao Processo de Aprendizagem" da psicologa Célia Ribeiro tem caráter científico, justamente por apresentar alguns fatores que serão citados a seguir. Ao relacionar esse texto com o lido anteriormente de classificação informativa, pudemos perceber aspectos bastante antagônicos. Podemos citar, primeiramente a estrutura do texto, que é dividido em parágrafo explicativos e com um única ideia central. Outro aspecto é a formalidade do texto, que possui um nível gramatical culto. Percebemos também que o texto científico é compreendido de teoria e prova, ou seja, todos os argumentos são bem explorados, não permitindo ambiguidades na interpretação. Assim, o texto torna-se mais verídico e com maior grau de credibilidade.
   Quanto à transparência transmitida pela autora do texto podemos afirmar que a mesma mostra nas referências, a possível forma de se obter ao conhecimento que expôs em seu artigo sobre metacognição.

Por: Ana Paula Evangelista, Dyogo Gomes, Ícaro Tavares, Isabela Macedo, Pedro Fagundes e Valéria Chaves - alunos do I semestre.

domingo, 27 de maio de 2012

Ciência humana e cultura.

   Na aula de Métodos e Técnicas de Pesquisa do dia 22 de maio o Professor Mestre Eric Maheu trouxe para discussão o tema Ciências Humanas e nos explicou que por nosso curso ser uma licenciatura teríamos algumas disciplinas relacionada à educação, e que educação é um ciência humana. 

    As ciências humanas são um tipo de ciência bem diferente das outras, pois ela contar com as particularidade de cada ser humano. Ela se desenvolve com uma pesquisa ampla que busca definir vários conhecimentos a respeito do homem. Vale salientar que podemos considerar como ciência humana algumas ciências, dentre elas a psicologia, a história, a geografia, a pedagogia, a antropologia, a sociologia e muitas outras que tem o homem como objeto principal de estudo. 

   Em seguida fizemos uma comparação em sala um tanto quanto relevante, comparação entre os homens e as formigas. Uma primeira evidência foi justamente a maneira de organização, ambas espécies vivem em sociedade. Porém, as formigas de uma certa classe são todas iguais dentro da sociedade, já o homem não, em nossa espécie há algo chamado individualidade, o que torna cada homem diferente do outro, tanto fisicamente quanto socialmente. Isso porque, quando em sociedade, os homens produzem cultura, então as ciências humanas devem considerar esse ponto também, o que dificulta ainda mais o desenvolvimento dessa ciência. 

   As diferenças culturais, podem ser de vários tipos, e podem acontecer dentro de uma mesma sociedade quanto em sociedades diferentes. Elas variam de geração à geração, religião ou doutrina, regional. Ou seja, os homens estão sujeitos a diferentes comportamentos, justamente pela interferência cultural em suas atitudes e comportamentos.

   Ema sala o professor disse que existe um povo, denominado Lao, que vivem em ilhas artificiais, que sua organização social ainda é baseada no sexo, ou seja, os homens vivem em determinada parte da ilha em que as mulheres não podem visitar, assim o mundo masculino nessa sociedade é um mistério para as mulheres. O mesmo ocorre com as mulheres, que em sua área de convivência não permitem também que os homens visitem. Entretanto existe um determinado espaço dentro da ilha no qual homens e mulheres podem interagir.

   Na aula passada discutimos o termo Etnocentrismo, e nessa aula percebemos que a fase denominada adolescência é relativamente nova e é um fenômeno ocidental, tal fase não é universal, existem culturas na qual existe apenas a passagem da fase de criança à fase adulta, normalmente com o inicio da puberdade. Eles são errados? Nós somos certos? Isso ninguém pode responder, pois cultura é cultura e não podemos julgar outras cultura sendo ignorantes nela e considerando apenas a nossa cultura.

   Cultura é algo próprio do homem? Os animais não produzem cultura? Até pouco tempo atrás se dizia que apenas quem produzia cultura era o homem, pois ele era o único ser racional capaz de realizar certos tipos de atividades e comportamentos dentro da sociedade. Porém, com algumas novas descobertas científicas , pode-se afirmar que alguns primatas que possuem um certo grau de parentesco evolutivo com o homem também produzia cultura. Os bonobos são um exemplo de que não são apenas os homens que produzem cultura. 

   Por fim, discutimos também que a mentira é algo próprio do ser humano  e que alguns assuntos geram mais mentiras que outros, justamente por uma questão de cultura.

sábado, 19 de maio de 2012

Objetos da matemática, ciência, filosofia e universalidade.

   Na aula do dia 16 de maio, começamos a discutir sobre a pergunta final da aula do dia anterior: A matemática tem objetos reais? O professor Eric solicitou a nossa colega para que realizasse a leitura de um livro, ao ser lido o texto,  percebemos que um personagem do texto discutia com outro sobre a matemática, um afirmava que a matemática tinha objetos reais e outra insistia em dizer que não. Após a leitura começamos a comentar do texto e percebemos que o número π (pi) era algo real da matemática e em seguida concluímos também que toda a parte da geometria é algo aplicável à realidade. Göldel dizia que a matemática tinha objetos reais, os números são reais. Assim, chegamos a um matemático chamado D'Ambrósio, que acreditava que quanto mais próximo à realidade for o conteúdo, melhor será a aprendizagem do discente. 

   Em seguida voltamos a trabalhar filosofia, ciência ou não? O professor Eric Maheu garantiu que filosofia não é ciência. E sim um tipo de conhecimento radical e profundo. Antes do século XVII a filosofia era quem explicava todos os fenômenos no mundo, filosofia essa conhecida como Filosofia Antiga. Com o filósofo René Descartes se rompe essa filosofia e a partir desse momento a filosofia não se preocupa mais com a natureza e se importa agora com o homem, passar a estudar o homem e defini-lo segundo seus pensamentos.  Voltamos a falar dos objetos da matemático, são reais ou não? Matemática abstrata ou matemática contextualizada? Em um meio acadêmico como o ensino superior os problemas matemáticos tornam-se cada vez mais abstrato. Porém existe a matemática contextualizada, aplicada, entretanto estas deixam de ser chamada matemática e passa a ser considerada engenharia. 

   Após isso, o professor trouxe a tona o termo Realismo, que significa que podemos conhecer o mundo como ele é, com certa objetividade. E começamos a refletir sobre as ciências exatas. Por que é exata? Por que para essas ciências deve-se ter muita precisão, exatidão, e não sobrar margem de erro. Diferentemente das outras ciências que estão sujeitas a fatores externos que podem ao acaso intervir nos resultado. Um exemplo disso, é a meteorologia, que é uma ciência física, que com todo um estudo, os metereólogos dão uma previsão do tempo, analisando o movimento das correntes marítimas, das nuvens e tantos outros fatores que determinam um tempo de determinado lugar e em determinado momento. 

   Depois, chegamos a uma pergunta um tanto quanto difícil de se responder.  Matemática é ciência ou uma linguagem? Podemos dizer que a matemática é uma ciência com um método próprio, pode também ser considerada uma linguagem com seus próprios códigos. 

   Outra conclusão dessa aula foi que a ciência é algo inacabável, pois ainda não temos o conhecimento sobre todos os fenômenos do mundo. Ela é exploradora e às vezes não consegue formular hipótese para tudo. Mesmo que em um momento chegue a todo o conhecimento do mundo, sempre surge novos desafios e a ciência vai buscar explicações pra tais novidades. E a ciência estuda todas as coisas? Com toda a certeza não. Há coisas que a ciência não se preocupa em estudar, como a religião, ou seja,  são incomensuráveis. 

    Começamos a discutir também questões de cultura e chegamos ao termo Etnocentrismo. Ao perguntar o professor Eric sobre se ele sentia saudade de seus familiares que moram no Canadá, ele declarou que não. Muitos acharam estranho, porém certos sentimentos não são universais. Usando a teoria determinista podemos dizer que o sentimento é uma questão de cultura, todo o passado histórico de um local determinam o modo que tal pessoa vai ser comportar, ou seja, a cultura molda o homem. No Brasil os laços familiares são fortes o que gera um apego entre as pessoas. Quando se separam essas pessoas tem um sentimento chamado saudade. Porém essa não é a realidade de todos os países, os nortes-americanos são pessoas fleumáticas, e não possuem laços fortes. Os pais criam os filhos para o mundo, e quando estes chegam a uma certa idade, normalmente no final da adolescência, e normal saírem de casa para morarem em outro local para estudar ou trabalhar. Esses filhos não desenvolvem o sentimento de saudade. E aí, eles são errados e nós somos certos, ou eles são certos e nós somos os errados? Na verdade nenhuma dessas possibilidades. Julgar um certo comportamento, sentimento segundo a sua cultura é uma atitude etnocêntrica.

   Voltamos a falar de ciência, e que quando estamos escrevendo devemos ser transparentes. Ou seja, nunca se apropriar de teorias dos outros, sempre citar as fontes, de onde veio o conhecimento. Pois ao se publicar um texto devemos ter em mente  que o mesmo é universal e com as fontes você mostra os possíveis caminhos para obter esse conhecimento.

terça-feira, 15 de maio de 2012

Ciência, mais uma forma de ver o mundo.


Na segunda parte da aula do dia 15, foi discutida a ciência. Tema de  grande relevância que merece um tópico especial. Ao questionar a sala sobre o que seria Ciência, muitos responderam que era conhecimento, de fato, a origem da palavra nos remete a isso. Porém ciência é o mesmo que conhecimento? Com certeza não, pode-se afirmar que ciência é um tipo de conhecimento, que sempre deve seguir um método denominado Método Científico, ou seja, para ser ciência é necessário diversos passos, como: observação, experimentação, comprovações das hipóteses para então ser lançar uma lei científica.

Segundo Gilberto Cotrim em seu livro Fundamentos de Filosofia para o ensino médio, podemos definir ciência como o campo da atividade humana que se dedica a construção sistemático e seguro a respeito dos fenômenos do mundo.

Logo, concluo que, a ciência é onde o homem busca soluções racionais ou empíricas (atráves da experiência dos sentidos) que são comprovadas, para explicar o mundo e o que nele acontece.

Daí começamos a classificar o que é ciência, e o que não é. Os tipos de conhecimeto que não são considerados ciência são: o senso comum, que é o conhecimento popular, a religião, os mitos, as artes, entre outras. Foi sugestionado em sala que a filosofia não seria uma ciência. Porém não concordo, a filosofia é uma ciência sim, porém com métodos diferentes. Ela se encaixa no ramo das ciências humanas. A mesma também é considerada a mãe de todas as ciências, pois antes do período conhecido como renascimento, quem explicava os acontecimentos era a filosofia. Ou seja, quando nenhuma outra ciência consegue explicar os fatos, recorremos à filosofia e ela com seu método de indagações vai começar a perguntar e solucionar o fato. Dentro da filosofia, existe um ramo chamado Filosofia da ciência ou Epstemologia, que é a parte da filosofia que investiga as leis que as outras ciências postulam. 

Agora, podemos afirmar que a ciência é superior às outras forma de conhecimento? Não! A ciência é apenas mais uma forma de se explicar os fenômenos do mundo. Entretanto, podemos dizer que a ciência é uma forma com mais credibilidade, justamente por que é necessário a aplicação do método científico. Além disso, a  epistemologia com seus critérios da refutabilidade não permitem que sejam postuladas teorias falsas.


Assim, tanto a ciência quanto o senso comum são duas formas de ver o mundo, porém nenhuma delas é superior ou inferior a outra.

Grandes personalidades e modos de fixação do conteúdos.


No dia 15 de maio, foi discutido em sala juto ao professor Eric, a obra de algumas grandes personalidades matemáticas, tais com Alan Turing e Göldel. O primeiro foi quem inventou as bases matemáticas da computação. Porém, sua vida não fora tão fácil, perseguido pelo governo inglês durante a Segunda Guerra Mundial por ser homossexual, Alan sofreu muito.  O segundo, Göldel, quem criara a teoria da incompletude,  essa, defende que fórmulas devem ser completas e consistentes.

Nesta aula também pudemos compreender que os textos que são trabalhados nas disciplinas devem ser lidos e entendidos, ou seja, procurar sempre sanar todas as dificuldades existentes quanto às teorias, definições, etc. Assim, a compreensão do mesmo virá acrescentando conhecimento à nós educandos.

Retomando um ponto da última aula, percebemos que cada um tem sua forma de anotar, e existe alguns que não tem facilidade para anotações, não conseguem prestar atenção no que está sendo dito e anotar ao mesmo tempo. Foi debatido em sala a respeito dessas anotações em disciplinas do curso relacionadas apenas à matemática, no qual anotações de certa forma podem atrapalhar, pois nas ditas ciências exatas, para resolver determinado problema é necessário uma linha de raciocínio e interrupções para certas anotações podem ser de grande prejuízo ao entendimento, aprendizagem da resolução do problema. 

Concluímos também que muitos professores trabalham apenas oralmente, expondo e discutindo o conteúdo, assim, para uma melhor memorização dos conteúdos expostos torna-se necessário anotações, fichas de aprendizagem e, até mesmo mapas conceituais de pontos importantes durante a aula com objetivo de uma futura revisão dos conteúdos.



Ainda nessa aula foi discutido o método de D’Ambrósio que foi um matemático que objetivava a compreensão total do educando a respeito de determinado assunto, assim, ele buscava na experiência do alunoo conteúdo a ser trabalhado. Para ele, o conhecimento contextualizado à realidade trás uma maior compreensão do conteúdo.

domingo, 13 de maio de 2012

Uso de anotações, algo necessário.

Ainda na aula do dia 09 de maio o professor Eric propôs um um exercício meta-cognitivo. Pediu para que sentássemos em grupo de 3 a 4 pessoas para compararmos anotações feitas nas aulas tanto da sua disciplina, MTP, quanto nas outras. Ao reunirmos, percebemos que nossas anotações eram poucas ou até mesmo insuficientes, logo concluímos que a partir daquele momento deveríamos fazer anotações em todas as aulas e por sugestão do professor, deveríamos também executar fichas de aprendizagem, que são pessoais e não necessitam de alguma formalidade. Creio que esses novos métodos de acompanhar as aulas são uma surpresa para a maioria de nós, pois estávamos acostumado com o comodismo dos anos dos ensinos fundamentais e médio, no qual normalmente apenas acompanhávamos o que o professor dizia e depois estudávamos por um livro didático para realizar uma boa prova. Hábito esse inconveniente para a realidade de um ensino superior.  Um bom exemplo para se citar como uma função dessas anotações é nas aulas de MTP, que precisamos anotar todos os pontos de grande importância durante a aula para depois postarmos em nossos blogs de forma crítica e reflexiva.

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Perfil de um estudante universitário.


Na aula do dia 09 de maio foi discutido em sala alguns pontos que nós alunos de um ensino superior devemos adotar. Após o professor Eric Maheu lançar algumas situações problemas, pude concluir que o ensino médio é um nível no qual há muita reprodução de ideias, ou seja, o aluno não é confrontado há executar novos desafios e sempre os mesmos. Esse aluno apenas segue métodos impostos pelo professor, onde o mesmo fica condicionado a sempre reproduzir e quase nunca criar e desta forma, ele não manifesta a sua criatividade de maneira efetiva.  Ao ingressar em um ensino superior devemos abolir tais hábitos. A mudança é difícil, porém com adoção de alguns métodos, pode-se tornar um pouco mais fácil. Por isso, chegamos a conclusão de que a autonomia é algo que deve sempre andar junto ao estudante de um curso de graduação. Enquanto no nível que acabamos de sair tudo partia da ordem do educador, agora nós educandos devemos nos tornar autossuficientes e sempre tomarmos iniciativas quanto às disciplinas. Outro novo aspecto que devemos seguir é procurar sempre as novidades referentes aos rumos do nosso curso e buscar periodicamente noticias que causam mudanças ou permanências no mercado de trabalho  ao qual deseja-se entrar. Partindo de uma perspectiva histórica, essa busca se tornou necessária partir do momento que os burgueses conseguiram êxito em suas revoluções e passaram a dominar o cenário econômico mundial. Hoje vivemos uma fase do capitalismo chamada globalização, que nos exige conhecimento e qualificação. Sem eles, a pessoa condiciona-se à alienação o que favorece uma posição de submissão  e permanência numa posição econômica inferior. Assim, após algumas reflexões, afirmo que um estudante de um nível superior deve adotar um comportamento autônomo e ter uma grande criatividade, pois são requisitos básicos para se continuar no curso e futuramente obter sucesso no mercado de trabalho.